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Segundo o texto, o negro aparece como o elemento criador do samba autêntico do início do século XX.
O enunciador do texto em estudo apropria-se do discurso de Hermano Vianna para contestar as suas ideias sobre as origens do samba.
Questões polêmicas sobre o samba, em suas primeiras manifestações no país, não são enfatizadas no texto.
A expressão “Até mesmo em Portugal” (l. 12) constitui um discurso em que há um juízo de valor preconceituoso em relação à cultura brasileira.
O texto evidencia a atração do sul sobre o homem do sertão, em sua rota de fuga.